Órgãos públicos
Boletins de ocorrência, a base de aparelhos com restrição da Anatel, programas estaduais de recuperação e os canais do Celular Seguro.
O Smart Brasil reúne o boletim de ocorrência, o IMEI, a operadora, os bancos, as câmeras da cidade e as denúncias de quem viu em um único registro, para que cada aparelho levado deixe rastro.
Em desenvolvimento. Pedimos só o e-mail: nada de CPF, telefone ou IMEI nesta fase. Os dados ficam em servidor em São Paulo, com acesso restrito, e você sai da lista quando quiser.
Hoje, até agora, no Brasil
celulares roubados ou furtados
Estimativa pelo ritmo médio de 2025: um aparelho a cada 38 segundos (830.890 no ano). Fonte: 20º Anuário Brasileiro de Segurança Pública.
Guias baseados nos canais oficiais
Os primeiros 30 minutos decidem se o prejuízo fica no aparelho ou chega à sua conta bancária. O resumo está abaixo; o passo a passo completo, com cada canal oficial, está no guia do celular roubado.
O serviço do Ministério da Justiça avisa operadoras, bancos e aplicativos parceiros de uma vez. Funciona com a conta gov.br, pelo site, por outro celular ou por uma pessoa de confiança cadastrada.
Basta o número da linha. Peça o bloqueio da linha, do SMS e do aparelho e anote o protocolo. Ligue de outro telefone.
O bloqueio do IMEI tira o celular da rede, mas não protege o que está dentro dele. Use a conta do fabricante para marcar como perdido e apagar os dados.
E-mail primeiro, porque é por ele que se recuperam todas as outras contas. Depois WhatsApp, redes sociais e aplicativos de banco. Confira os limites do Pix e as transações do dia.
Toda Polícia Civil tem delegacia online, mas vários estados só aceitam furto pela internet; roubo, na delegacia. Informe o IMEI, o modelo e o protocolo do Celular Seguro.
Disque *#06# e salve o número fora do celular. Antes de comprar um usado, consulte se ele tem restrição.
O Celular Seguro resolveu a primeira metade do problema: hoje é possível bloquear linha, IMEI e contas em minutos. A segunda metade continua aberta. O boletim de ocorrência vai para um sistema estadual, a imagem da câmera fica na prefeitura ou no comércio, a denúncia de quem viu não vai para lugar nenhum e o comunicado de assalto circula num grupo de bairro.
No Brasil, só um aparelho a cada 12 subtraídos é recuperado. Não por falta de informação, mas porque ela está espalhada e ninguém a cruza. O Smart Brasil é essa camada: um registro por aparelho que conecta as fontes públicas e privadas e devolve ao dono, e à polícia, uma linha do tempo.
Cada caso cadastrado passa a ser cruzado, de forma contínua, com o que estas fontes produzem na mesma região e no mesmo período.
Boletins de ocorrência, a base de aparelhos com restrição da Anatel, programas estaduais de recuperação e os canais do Celular Seguro.
Integração com centros de operação municipais e com câmeras privadas que aceitarem compartilhar trechos por horário e local do crime.
Fotos e vídeos enviados por vítimas e testemunhas, com reconhecimento de placa, modelo de aparelho e padrão de abordagem.
Quem viu, quem reconheceu o aparelho à venda, quem recebeu a ligação de golpe com o número roubado. Com verificação e sem exposição de quem denuncia.
Monitoramento de anúncios de usados por IMEI, número de série e descrição, nos marketplaces e redes onde os aparelhos reaparecem.
Alertas de grupos de bairro, associações comerciais e condomínios, estruturados por horário e local para revelar padrões.
celulares roubados ou furtados no Brasil em 2025
intervalo médio entre um aparelho levado e o próximo
aparelhos subtraídos é recuperado
dos brasileiros temem ter o celular roubado
Fontes: 20º Anuário Brasileiro de Segurança Pública (Fórum Brasileiro de Segurança Pública, 2026) e pesquisa FBSP/Datafolha de março de 2026.
Escritos para quem acabou de perder o celular, com os canais oficiais e o que cada um resolve.
O Smart Brasil não substitui nenhum sistema oficial. Ele conecta os que já existem e entrega às equipes de segurança o que hoje elas montam à mão: a cronologia de cada caso, os pontos de concentração e os aparelhos que voltaram a circular.
Bloquear antes de qualquer outra coisa. Use o Celular Seguro (gov.br), que avisa operadoras e bancos parceiros de uma vez, ou ligue para a sua operadora e peça o bloqueio da linha e do IMEI. Depois apague o aparelho remotamente pela conta Apple, Google ou Samsung e só então registre o boletim de ocorrência.
Não para bloquear a linha: a operadora deve aceitar o pedido com o número do telefone. O IMEI ajuda a bloquear o aparelho em si e é pedido no boletim de ocorrência. Ele está na caixa, na nota fiscal, na conta Google ou Apple do aparelho, ou discando *#06# em qualquer celular.
Consulte o IMEI na página Situação do Celular, da Anatel, ou na opção Celulares com Restrição do aplicativo Celular Seguro. Se constar restrição por roubo, furto ou perda, não compre.
Hoje, não. O bloqueio é feito pelo titular, pelo Celular Seguro ou pela polícia. O Smart Brasil organiza tudo em um único registro, gera os textos e os protocolos de cada etapa e cruza o seu caso com câmeras, denúncias e comunicados. A comunicação direta com as operadoras depende de convênio e é um dos objetivos do projeto.
Não. É uma iniciativa privada e independente, que aponta sempre para os canais oficiais (Celular Seguro, Anatel, Polícias Civis) e pretende complementá-los com o que ainda não existe: uma camada que interliga as fontes.
O produto está em desenvolvimento. Quem entra na lista de espera recebe acesso antecipado para testar e pode indicar a própria cidade como prioridade.
Receba o acesso antecipado, indique a sua cidade como prioridade e ajude a definir o que entra primeiro.